Venom’s Spin-Off Is Gonna Hit Theaters On October 5, 2018!

Last year, it was report that Venom would get his own spin-off in theaters. However, we have not heard nothing else about the movie production for a while, so we could not have sure the movie would really come out someday.

However now has been finally confirmed that Venom Spin-Off is going to happen indeed. The movie is going to swing to the theaters screens on October 5, 2018! The confirmation has came from Exhibitor Relations today.

We have seen already an adaptation from Venom to the theaters screens in the past. It was portrayed by Topher Grace in Sam Raimi’s Spider-Man 3, which arrived in 2007. Unfortunately, Grace did not get the shine from fans’ faces by portray one of the most beloved Spider-Man foes in theaters. However, we have always had faith that one day we would see another version from Eddie Brock on the screens.

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Venom has now the chance to prove his real value to us on the screens! I’m very excited for that, , because I think it may be a chance to expand Spider-Man’s universe from the comics to screens. To do something new!

Although we stay happy for know that the movie is coming out, we still do not know neither who is gonna direct the movie or portray the character this time.

How is excited to see Venom Spin-Off on October 5, 2018? If you are, let we know what you are expecting for the movie. If you are not, let we know why!

Source: Heroic Hollywood

Spin-Off do Venom chegará aos cinemas em 2018!

No ano passado, foi reportado que a Sony Pictures estaria trabalhando em um novo Spin-Off do Homem-Aranha para os cinemas, mas focando em um dos mais amados vilões do Cabeça de Teia em seu universo nos quadrinhos, Venom, que já teve uma adaptação das páginas dos quadrinhos para os cinemas como o antagonista principal do Homem-Aranha em Homem-Aranha 3, lançado em 2007. No entanto, aos olhos dos fãs, o Venom de Topher Grace não foi muito fiel e remetente ao personagem de suas histórias em quadrinhos no universo do Homem-Aranha nos quadrinhos da Marvel Comics.

Agora, o personagem terá uma segunda chance de brilhar nos cinemas, de conseguir, assim como o Deadpool de Ryan Renolds, sua merecida redenção, pois hoje foi anunciado, através de uma publicação da Exhibitor Relations, que o Venom ganhará seu filme solo no calendário da Sony Pictures para 5 de Outubro de 2018! Oh My God!

Não havia dúvidas de que a Sony Pictures arrumaria um jeito de beneficiar-se mais e mais em cima do universo do Aracnídeo dos quadrinhos, já que o Homem-Aranha está agora sendo utilizado pela Marvel Studios em seu universo cinematográfico. Eu tenho que admitir que explorar o vasto universo do herói dos quadrinhos para as telas é uma excelente ideia, até mesmo uma coisa inovadora e não tanto feijão com arroz para o próprio Homem-Aranha em si, pois fará com que o seus vilões fiquem mais conhecidos ao redor do mundo. Também fará com que tanto nós, fãs do Aracnídeo, como as pessoas conheçam novos personagens das páginas em quadrinhos do Cabeça de Teia, fugindo um pouco dos clichês sob o gênero de super-heróis de atualmente.

Embora estejamos felizes com essa notícia, pelo ou menos é o que eu acho, não sabemos ainda quem dirigirá esse longa-metragem focado no simbionte de Eddie Brock! Além disso, nós também não sabemos que será o novo Venom dos cinemas, mas a animação e ansiedade para ver o Venom de volta nas telas do cinema é indescritível, não é mesmo?

Diga abaixo quem você gostaria de ver como o novo Venom dos cinemas, bem como quem vocês acham que iria dirigir esse filme com determinação em dar ao vilão sua redenção merecida nos cinemas!

Enquanto o Spin-Off do Venom só chega em 5 de Outubro de 2018, o filme solo do seu oponente no Universo Cinematográfico Marvel, Homem-Aranha: De Volta Ao Lar, chega em Julho deste ano! Estão ansiosos (as) para ambos filmes? Comentem abaixo seus pensamentos.

Fonte: Heroic Hollywood, Exhibitor Relations

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Spider-Man: Homecoming Reshoots Are Happening !

Is not news to anyone that Marvel Studios movies use to going through reshoots. Rumors has been claiming that the same would happen with Spider-Man’s first movie inside Marvel Cinematic Universe arms.

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Now we have the confirmation that Spider-Man: Homecoming is going to make reshoots, because Laura Harrier, actress who is going to portray Peter Parker’s love interest in the movie, has revealed (via Reddit) that she’s headed back to Atlanta, Georgia set for reshoots.

Directed by Jon Watts, known for his work in Clown, Marvel’s Spider-Man: Homecoming swings to the theaters screens on July 7, 2017. It will feature Tom Holland as our beloved Spider-Man, Marisa Tomei as Aunt May, Laura Harrier as Liz Allen, Tony Revolori as Flash Thompson, Birdman’s Michael Keaton as Vulture/Adrian Toomes, as well as many others. The movie is also going to bring back Robert Downey Jr. as Tony Stark/Iron-Man, the Spider-Man’s mentor in the Marvel Cinematic Universe.

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Source: Comic Book.Com

 

Confira o nosso termômetro para as entregas dos Oscars dessa noite!

Finalmente chegou o dia tão aguardado pelos Cinéfilos! Hoje, dia 26 de Fevereiro de 2017, A 89.ª cerimônia de entrega dos Academy irá rolar. Então confira nossos palpites para esse evento tão especial na vida de qualquer amante de cinema!

Esse palpite será dividido em duas partes: quem nós gostaríamos que levasse tal estatueta, bem como quem nosso temos a maior porcentagem de certeza de que irá levar, de fato, tal estatueta. Então vamos lá!

1- Melhor Ator:

Este ano, o cinema fez algo que raramente acontece: ele fez com que todos nós ficássemos incertos para qual ator torcer. Em La La Land: Cantando Estações, tivemos o sensacional Ryan Gosling, que viveu divertidamente o pianista Sebastian. Em Hacksaw Ridge, Ate O Último Homem, em seu título brasileiro, tivemos uma atuação indiscutivelmente emocionante de Andrew Garfield (O Espetacular Homem-Aranha), que fez com que até os mais rochosos a sentimentos, como eu, chorassem. Já no excepcional Manchester By The Sea (Manchester À Beira-Mar), nós tivemos uma das atuações mais realistas, tocantes e marcantes desse ano, que remete-se a um estilo de arte cinematográfica que eu gosto de chamar de ‘Charlie Chaplin’s Style’ (O Estilo de Charlie Chaplin) de Casey Affleck.

Em minha opinião, essa estatueta vai ser a mais dolorosa de se decidir, porque todos eles foram sensacionais em cada papel distinto. Então nós vamos falar um pouco de cada atuação abaixo:

Ryan Gosling como Sebastian em ‘La La Land: Cantando Estações’:

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Enquanto esperava para conferir o tão aclamado La La Land: Cantando Estações nos cinemas, eu estava com um grande desafio interno em minha mente: por não gosta nem um pouco de musicais, eu estava achando que nem mesmo Emma Stone (Birdman, Easy A e O Espetacular Homem-Aranha), a grande razão de eu ir conferir este filme nos cinemas, iria salvá-lo da minha opinião negativa sobre esse novo musical, que faz inúmeras referências aos musicais antigos, como Dançando Na Chuva, de 1952.

No entanto, após sair da sala de cinemas, eu tive duas surpresas extremamente inesperada: eu não apenas amei La La Land: Cantando Estações, como achei Ryan Gosling, que interpreta o determinado Sebastian, um personagem extremamente cativante!

A atuação de Gosling sob um adulto determinado a não deixar que o seu estilo musical favorito, o Jazz, morra é de deixar-nos de boca aberta. No entanto, essa não é a primeira vez que Damien Chazelle cuja direção sob o longa é tão sensacional quanto outros projetos do diretor no passado, tira alguns minutinhos para mostra-nos como o Jazz está à beira da extinção completa.

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No perfeito Whiplash (Whiplash: Em Busca da Perfeição), Chazelle também focou-se na extinção do Jazz. Em determinada cena do filme, após um bom tempo de duração, temos uma conversa marcante do filme entre Andrew Neiman, interpretado numa atuação mais do que perfeita de Miles Teller (Projeto X, Quarteto Fantástico) e Terence Fletcher, interpretado pelo extraordinário J.K Simmons, que levou sua estatueta de Melhor Ator Coadjuvante pelo mesmo longa. Eles estão conversando sobre os metódos controversos de Fletcher ao ensinar seus “queridos” alunos, um momento que possibilita tanto a nós como ao personagem de Teller o entendimento do porquê do personagem ser tão tirano com seus alunos.

Daí, Fletcer solta uma frase marcante: “O Jazz está morrendo!” Em ambos projetos do diretor, Chazelle preocupou-se em mostrar-nos o estado decaído do Jazz na sociedade atual, mas ele focou-se mais neste aspecto no personagem de Gosling em La La Land: Cantando Estações, o que fez, em minha sincera opinião, o filme tão sensacional.

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Em cada cena de Sebastian no filme, podemos ver como Ryan Gosling está a vontade em interpretar um personagem cuja ambição e determinação em salvar o Jazz clássico é ilimitada. Diferentemente da personagem de Stone, Gosling interpreta um personagem que não quer ser famoso, rico ou mundialmente conhecido por seu talento no piano, mas apenas salvar aquilo que lhe deu tanta felicidade no passado, o Jazz. É emocionante de se ver como o ponto de vista do personagem, que quer que o Jazz clássico que tanto ama fique vivo,  vai de contrário com quase todos os outros ao seu redor, que pensam que, caso adaptem o Jazz numa cultura mais moderna, estarão criando um novo estilo para o Jazz, bem como modernizando-o.

Embora Gosling não seja nossa torcida para o Oscar de Melhor Ator, não é uma indicação injusta!

2- Andrew Garfield como Desmond T. Doss em ‘Hacksaw Ridge’ (Até O Último Homem):

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Andrew Garfield está de volta! Desta vez, no que pode ser considerado o melhor trabalho artístico do ator até então! Garfield interpreta Desmond T. Doss no excepcional Hacksaw Ride (Até O Último Homem).

Ficando apenas atrás da belíssima direção de Mel Gibson no longa, Andrew Garfield é a segunda melhor coisa do filme. Sua atuação é o que torna o filme extremamente tocante, emocionante, ele carrega, de fato, o filme nas costas, assim como faz com os soldados feridos no filme. Se você não costuma chorar com filmes, prepare-se para possivelmente derramar algumas lágrimas com a imparcialidade, a determinação, a religiosidade e com o amor e valorização sobre a vida humana, uma das maiores dádivas do Criador,  de Garfield no papel de Desmond T. Doss.

Andrew Garfield consegue, de modo perfeito, interpretar um homem que vê a violência como nada menos do que uma tentativa de demolir o amor entre as pessoas no dia-a-dia desse mundo extremamente amante da violência. No entanto, ele não pensa assim somente porque um padre, um pastor da igreja o disse tal argumento. Ele sabe o que a violência é capaz de fazer com os sentimentos de um homem, como ela pode transformá-lo de um bom ser num temível monstro, por experiência própria.

A atuação do ator mostra-nos como Doss era imparcial, um homem que vive o que acredita pelo amor mais verdadeiro no mundo, não para sentir-se melhor do que ninguém. Ela também nos mostra como ele era amoroso, corajoso, perseverante, mas acima de tudo, amoroso com a vida humana.

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Embora o ator seja sensacional e divertido e divertido desde sua primeira cena no longa, é no campo de guerra da Segunda Grande Guerra Mundial, criado de forma além de comparações humanas por Mel Gibson, que usou a violência extrema para fazer-nos sentir o que cada soldado americano sentiu em tal evento, que Garfield mostra o quão poderosa é a sua atuação.

Quando o personagem de Garfield vê um homem abatido, a cada 3 ou 5 minutos, ele não passa reto, embora esteja correndo o risco de perder a própria vida por não portar nenhuma arma, o que muitos americanos naquela época consideravam um presente dos Estados Unidos, ele vai, no meio de um campo aberto, salvar os feridos pelas sequências violentas na tentativa dos americanos de dominar a Cordilheira de Hacksaw, em Okinawa. “Eu vou te levar para  casa,” “Você terá que confiar em mim,” “Por favor Deus, me ajude a levar mais um,” são frases que Garfield diz que são impossíveis de conter a emoção. O elenco adicional nem precisa fazer muito esforço, pois Garfield carrega esse filme perfeitamente, do começo ao fim.

Andrew Garfield também consegue, por meio de sua atuação, mostrar-nos como aqueles soldados, que saiam vivos daquele campo infernal, eram afetados pelos cadáveres, as bombas e disparos incansáveis. Em certos momentos, o personagem não fala nada, pois não consegue dizer nada diante de tanto derramamento de sangue desnecessário.

Andrew Garfield é a nossa segunda torcida para o Oscar de Melhor Ator.

3- Casey Affleck como Lee Chandler em ‘Manchester By The Sea’ (Manchester À Beira-Mar):

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Sim, eu estou torcendo, com todas as minhas forças, em Casey Affleck para o Oscar de Melhor Ator! É difícil descrever a atuação do ator nesse personagem tão destruído e devastado pelos eventos passados da vida.

No entanto, em minha sincera opinião, o que faz a atuação de Casey Affleck tão sensacional é o apego do ator e do personagem ao silêncio. O personagem que o ator tem que interpretar é um que está destruído de dentro pra fora, que não vê mais sentido na sua vida, vivendo, assim, apenas pelo motivo da vida força-lo a viver. É um personagem que tornou-se anti-social, que não liga pra relacionamentos, amizades e até mesmo luxuria pessoal. É aquele tipo de personagem que não gosta de ser encarado, mas gosta que sua vida seja quão rotineira possível, sem complicações ou surpresas indesejadas.

Assim como Leonardo DiCaprio em The Revenant (O Regresso), filme que finalmente deu ao ator sua estatueta de Melhor Ator, Affleck não fala muito neste filme, ou seja, ele não precisa, a cada 10 minutos, explicar o porquê de estar tão deprimido e destruído, algo que tornaria o filme mecânico e clichê.

Ele deixa que sua atuação por si só expresse o que o personagem de Lee Chandler está sentindo nesta fase tão abominável de sua vida. A atuação de Affleck não precisa ser verbal para entendermos quem é Lee Chandler, o que ele se tornou e como ele se senta com respeito ao mundo, as pessoas, suas ambições, dentre outros aspectos.

Por apenas viver as características de alguém que está morto por dentro, mas ainda anda, como por exemplo ser quieto, anti-social, nada comunicativo e atraído por relacionamentos ou diversão, Casey Affleck deixa de lado aquela coisa chata de ter que, a cada 6 minutos, explicar seu personagem através de palavras, mas dá-nos um desafio atraente e sensacional através de sua atuação num estilo que eu gosto de chamar  de “Charlie Chaplin’s Style” (“O Estilo de Charlie Chaplin”) : de nós entendermos o personagem por nossas próprias observações .

Por meio exclusivo de atos, o ator consegue viver um dos personagem mais relacionáveis e sensacionais sobre o estudo das fraquezas humanas que eu já vi!

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Mas, dentre todas essas qualidades excelentes que eu explanei acima, há uma em especial que por si só já mostra-nos que Casey Affleck deve ser o vencedor dessa estatueta: o desafio do ator em viver duas vidas de um personagem, Lee Chandler, em apenas um filme. Porque algo é você mencionar, através de conversas entre um ou dois personagens, o que foi que aconteceu de tão grave para Chandler ficar tão morto com respeito a vida, outra é você mostra, por meio de incríveis e equilibrados Flashbacks, um Lee Chandler totalmente diferente do que você está acompanhando até então.

No final das contas, isso enriquece o personagem principal, a atuação do ator que deve dar vida a ess personagem, como a história do extraordinário Manchester By The Sea!

Por favor, dêem essa estatueta para Casey Affleck!

Melhor Diretor:

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Nós não queremos enrolar nessa estatueta, então que eu acho que merecia o Oscar de Melhor Diretor é, sem nenhuma sombra de dúvidas, Mel Gibson, por dirigir de forma tão perfeita o cenário sangrento dos campos de guerra durante a Segunda Guerra em Hacksaw Ridge.

Embora eu fique feliz por Damien Chazelle, quem nós achamos que irá mesmo levar essa estatueta, caso ele leve-a, eu estamos torcendo mesmo por Mel Gibson, pois, em nossas opiniões, ele fez um trabalha de direção muito superior a de Chazelle em La La Land: Cantando Estações.

Não entendam errado! Meu pensamento não quer, em nenhum momento sequer, dizer que Damien Chazelle foi um péssimo, até mesmo um diretor mediano em La La Land: Cantando Estações. Não! Ele foi extraordinário em sua direção e eu ficarei feliz, no caso dele levar essa estatueta para casa, que é o que estamos apostando nossas fichas que será o que irá realmente acontecer. No entanto, somos obrigados a dizer que achamos a direção de Mel Gibson é muito melhor, e nós estaremos torcendo por ele até o fim, mesmo sabendo que será difícil concorrer com o logo de La La Land.

Novamente, Gibson provou ter um conhecimento extraordinário sobre assuntos que envolvem crenças pessoais e religiosidade. Ele consegue mexer com temas sérios sobre religiosidade em Hacksaw Ridge, que, na opinião e ponto de vista de alguns religiosos, poderia tornar-se ofensivo, mas isso passa bem longe dessa nova e espetacular direção de Gibson. É um filme que faz brincadeiras com as crenças Adventistas do protagonista, mas que fazem até mesmo religiosos de mesma crença darem risadas, não sentir-se ofensivos, e isso não é algo fácil de se fazer, pois religião é talvez o segundo assunto mais delicado de ser discutido nos cinemas.

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Uma das coisas que mais me chama a atenção na direção de Mel Gibson em seus filme é o modo como ele manuseia a violência extremamente explícita. Desde The Passion Of The Christ (A Paixão de Cristo), Gibson mostrou-se ser um diretor que manuseia a violência gratuita como poucos diretores hoje em dia, dando-a um propósito de extrema importância.

Em contraste ao modo como filmes do mesmo genêro da franquia Saw (Jogos Mortais), que apenas usam a violência para fazer-nos sentir nojo, Gibson usa a violência para mostrar-nos como os eventos de seus filmes afetaram os psicológicos dos personagens secundários e primários de suas obras cinematográficas, assim como afetaria os nossos, caso estivéssemos lá, presenciando tudo o que aconteceu.

Através da violência, Gibson consegue fazer-nos entrar dentro daquele campo de batalha, em Okinawa. Ele faz com que nos sintamos como um daqueles soldados americanos, que estão tão pasmados e paralisados pelos sangrentos eventos que estão ocorrendo naquela momento, que nem conseguem mover-se.

Embora saibamos que Damien Chazelle seja o possível vencedor dessa estatueta, estaremos torcendo por Mel Gibosn até os últimos segundos.

Melhores Efeitos Especiais:

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A briga pelo Oscar de Melhores Efeitos Especiais está bem disputada este ano! Entre os indicados, a briga maior está entre The Jungle Book (Mogli: O Meino Lobo), uma perfeita live-action de uma da história de mesmo nome de 1894, e o lindíssimo Doctor Strange (Doutor Estranho), que, embora pudesse ter sido um pouco mais equilibrado em seu humor e apresentado-nos mais de sua trama que, a princípio, é muito intrigante e diferente dos outros rótulos da Marvel Studios, apresentou-nos efeitos especiais capazes de transportar-nos para outras dimensões, uma verdadeira arte visual.

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Embora The Jungle Book tenha sido visualmente lindo, não há como comparar aos efeitos visuais das várias dimensões que Stephen Strange (Benedict-Cumberbatch) nos apresenta em seu filme solo. Os efeitos visuais de Doutor Estranho faz-nos perder o sentido da realidade, abrindo portas para coisas ilusórias de tirar o fôlego. Quando você vê tais efeitos, não sabe se está vendo um espetacular filme visual, ou tomando uma bela dose de LSD visual.

Na opinião daqueles que dizem que a Marvel não vem apresentando filme com efeitos visuais espetaculares, Doctor Strange é um belo soco no estômago de tais pessoas, deixando filmes como Batman Vs Superman: A Origem da Justiça no chinelo.

Embora o selo da Disney exerça um poderosíssimo poder nesse evento, estamos confiando de que o a entrega dos Oscars seja justa, dando a Doutor Estranho a merecidíssima estatueta de Melhores Efeitos Especiais.

Melhor Atriz Coadjuvante:

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Infelizmente nós ainda não tivemos o enorme prazer de conferir Fences (Um Limite Entre Nós), um filme que, diante da opinião de muitos que já o conferiram, é o melhor trabalho de Denzel Washington. No entanto, não precisa ser um versado em artes cinematográficas para saber que Viola Davis (Esquadrão Suicida) é a preferida para o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Por breves trechos do filme que conferimos com a personagem de Viola Davis, podemos dizer que a atuação da atriz no filme é poderosa e assustadora de tão tocante. Em nossa opinião, achamos que quem levará essa estatueta é a Viola Davis, merecidamente.

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Mas não pense que será uma caminhada fácil de Viola Davis até o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, pois Michelle Williams (Manchester By The Sea) também está na corrida por esta estatueta. Eu posso dizer com toda certeza que a indicação dela nessa categoria não é nem um pouco injusta, porque ela também está assustadora como Randi em Manchester À Beira-Mar. Inclusive, a cena mais tocante e emocionante de todo o filme envolve essa divina atriz, que dá um show de bola em sua química perfeita com o personagem de Casey Affleck.

Embora achemos que Viola Davis leve essa estatueta para casa, nossa torcida está em Michelle Williams.

Melhor Animação:

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Embora aparente ser outra animação besta e sem sentido, que fará com que você gaste seu dinheiro em vão, Zootopia, Zootopia: Essa Cidade É O Bicho, em seu título brasileiro, é uma animação totalmente diferente das maiorias que a Disney vem nos apresentado. Não contando com mesquinhas de fundo extremamente irritantes e “chicletes”, Zootopia é uma poderosa história em animação sobre amizade sincera, sonhos, bem como diferenças entre classes, mas, nesse caso, entre raças. Merece de lava essa estatueta! Desculpe, Moana!

Melhor Atriz, Melhor Canção Original & Melhor Trilha Sonora Original:

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Desculpem! Mas, desta vez, o Oscar de Melhor Atriz vai para Emma Stone, mais conhecida por seu papel em La La Land: Cantando Estações, Mia, como seu trabalho marcante na vida dos fãs de um certo herói aracnídeo, Gwen Stacy.

Temos que admitir que ainda não conferimos as performances de Natalie Portman em Jackie, muito menos a de Isabelle Huppert em Elle. No entanto, não devemos nos iludir de que tais atrizes irão passar a voadora em Emma Stone nessa categoria do Oscar. Embora tais atuações sejam sensacionais, o que apostamos nossas fichas que são, a preparação de Emma Stone para viver Mia em La La Land já vale o seu Oscar.

Ela vive de forma adorável uma mulher que, assim como o personagem de Ryan Gosling, desistiu de tudo pela realização de seus sonho, ser uma atriz mundialmente famosa. Ela faz com que nós nos importemos com a personagem de Mia, bem como faz uma química amorosa 100% funcional com Sebastian, o personagem de Gosling no filme.

As danças da própria atriz nesse filme também são outro fator de sua indicação ao Oscar. Ela aprendeu a dançar da forma que dança no filme, assim como Ryan Gosling teve que aprender a tocar piano de verdade. Damien Chazelle gosta que seus atores/atrizes seja totalmente verdadeiros e reais com seus personagens, algo que Stone tirou de lavada em La La Land: Cantando Estações.

Emma Stone merece essa estatueta!

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Outra coisa que é indiscutível sobre La La Land: Cantando Estações é que ele irá, de fato, levar as estatuetas de Melhor Trilha Sonora Original & de Melhor Canção Original, “City Of Stars”. Tais estatuetas são mais do que merecidas para o filme, porque seu ponto alto está em suas danças e nas suas musicas. Damien Chazelle fez um musical indiscutivelmente belo.

Melhor Roteiro Original:

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Embora seja um espetáculo em muitos sentidos, a nomeação de La La Land: Cantando Estações para Melhor Roteiro Original não faz muito sentido. A trama do filme é envolvente, divertida, inspiradora e até mesmo foge de alguns clichês românticos, mas não tem nada de surpreendente ou inimaginável. Em minha sincera opinião, quem merece essa estatueta é Manchester By The Sea, mas The Loobster tem uma chance muito grande também.

Nos BAFTAs deste ano, Manchester By The Sea ganhou tanto o Oscar de Melhor Ator, para Casey Affleck, como o de melhor Roteiro Original, então podemos talvez esperar o mesmo no evento desta noite!

Melhor Fotografia

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É uma pena que filmes como Hacksaw Ridge & Manchester By The Sea não receberam uma indicação para Melhor Fotografia, pois ambos tem fotografias excepcionais. No entanto, falando sobre o requisito Melhor Fotografia, o que me deixa mais magoado é saber que A Monster Calls (Sete Minutos Depois da Meia-Noite), uma profunda história sobre o amadurecimento de um garoto que já não é mais criança, mas também não é adulto para lidar com seus problemas, não recebeu tal indicação. O filme tem uma fotografia sensacional, escura, que representa muito bem o clima do longa desde o seu início. Eu simplesmente não entendo isso!

Já que tais filmes não foram preenchidos nessa categoria, estou torcendo para ‘La La Land’ ou até mesmo Silence, de Martin Scorsese, embora não tenha visto-o ainda.

Melhor Montagem:

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Embora seja uma briga muito difícil contra o amado La La Land: Cantando Estações, estou torcendo, de todo o meu coração, que está apreensivo no momento, para que Hacksaw Ridge, Até O Último Homem, ganhe a estatueta de Melhor Montagem.

A sangrenta construção do cenário de guerra durante A Segunda Guerra Mundial é excepcional! Os corpos dilacerados, estrangulados, com metade de tais ainda restando nos dá uma fobia incontrolável, mantendo-nos espantados com tamanho realismo em cenas tão violentas.

É válido lembrar que o filme já ganhou tal estatueta no BAFTAs, então eu espero que isso se repita neste noite decisiva!

Melhor Filme:

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Antes de falarmos sobre a categoria que provavelmente seja a mais aguardada pelos Cinéfilos, gostaríamos de explicar que não tívemos tempo para ver muitos dos filmes indicados a esta categoria, como Um Limite Entre Nós, A Chegada, Lion. Então nós falaremos sobre os filmes que assistimos e que estão cotados também nesta lista, La La Landa: Cantando Estações, Até O Último Homem, Manchester À Beira-Mar.

Dentre estes três excepcionais filmes, eu daria o Oscar de Melhor Filme para Manchester À Beira-Mar, sem nem mesmo pensar duas vezes. Embora Hacksaw Ridge tenha sido o filme que derramou um dilúvio dos meus olhos, Manchester By The Sea é um filme duríssimo sobre a vida humana após a perda de seu sentido. É um personagem que, quando enfrentamos barras pesadas como a de Affleck na pele de Lee no filme, nos relaciona, nos identifica. Por ser um filme que não tem pressa em estabelecer sua trama principal, muito menos em acaba-lá rapidamento, Manchester By The permite com que nós fazemos um estudo pessoal do protagonista, apreciemos a enfeitiçadora fotografia da cidade de Manchester e reflitamos sobre como viveríamos se perdêssemos aquilo que nos dá vontade de viver.

É um filme que não tenta tampar o sol com a peneira, então nunca perde o tom focal, que tenta o estabelecer desde seus 00:00 de duração, bem como sempre lhe dá, embora seja um filme consideravelmente longo, a sensação de “Eu quero mais!” Você nunca se exausta de aprender sobre esse personagem fantasticamente bem construído.

Esses são os meus palpites as premiações do Oscar dessa noite! Quem você acha que leva a estatueta de Melhor Ator, Diretor, Atriz e Fotografia? Compartilhe comigo!

Shocker is here! Check it out the newest Spider-Man: Homecoming promo art

We already know that Bokeem Woodbine‘s gonna play Herman Schultz, as well known by his super-villain name, Shocker, in the upcoming Spider-Man: Homecoming. Besides that, by see both international  trailer and the original one, we’ve had our first glimpse at Shocker’s suit. It’s truth that that suit isn’t like the one the villain uses in the comics from the Wall-Crawler, but it has some elements that remeber us from the original one.

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But does it that means that Schultz is using only one suit in his attempts to destroy the Queens hero? We don’t know exactly, but a new promo art from the movie has surface, and it makes us just more confused we were in the beginning about wheter or not Woodbine’s gonna in the movie a suit that it seems like the one in the comics.

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Although the newest Spider-Man: Homecoming promo art shows us a design more likely to Shocker’s orginal costume in the comics, we must to remeber it is just a promo art for the marchandise from the movie, to sell its toys. That means we know very well that not everything they show us in the promo arts is, in fact, gonna be included in the movie. We’ve also to remember we don’t know exactly the size of Shcoker’s arc in the first Spider-Man movie inside the Marvel’s arms, so if Marvel does not give us the confirmation to that in a future trailer to the movie, we can’t do nothing unless to wait to see how things’ll going on.

“Following the events of Captain America: Civil War (2016), Peter Parker attempts to balance his life in high school with his career as the web-slinging superhero Spider-Man.”

Spider-Man: Homecoming hits the theaters screens on July 7, 2017!

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